domingo, 30 de maio de 2010

Plano Semestral de Trabalho IIÍ - Reflexão_ Semana 3, Março.

PREVISÃO:
Aulas: 23h
Actividades Extra-Curriculares: 51
Estudo: 8,5

REALIDADE:
Aulas: 23h
Actividades Extra-Curriculares: 55,5h
Estudo: 3h
A organização prévia desta semana não foi a mais correcta. Houve uma discrepância relativamente grande entre a previsão feita e a realidade.
Esta foi a semana do Fim-de-Semana Carvalho Guerra e o tempo que tive que dedicar à preparação da participação desta actividade foi superior ao que previ, inicialmente. Isto aconteceu pelo facto de as reuniões marcadas antecipadamente não terem sido suficientes para finalizar toda a actividade.
Assim, tive que sacrificar algumas horas de estudo em detrimento desta actividade extra-curricular. Não houve forma de contrariar a situação, pois esta já era uma semana relativamente ocupada.
Ainda, diminuí uma hora de estudo adicional, na medida em que a semana foi mais desgastante do que o esperado e, como tal, o meu poder de concentração diminuiu
 

Plano Semestral de Trabalho IIÍ - Reflexão_ Semana 2, Março.

PREVISÃO:

Aulas: 4h30min
Actividades Extra-Curriculares: 7h
Estudo: 28horas
Avaliações: 2h30min

REALIDADE:
Aulas: 4h30min
Actividades Extra-Curriculares: 7h
Estudo: 28h
Avaliações: 2h30min


Uma vez mais, o horário foi relativamente respeitado.
Esta semana apresenta uma diferença pelo facto de incluir avaliações que constituem uma parte do tempo, geralmente ocupado pelas aulas
É importante apenas referenciar que as horas de estudo desde as 10h14 às 23h englobam intervalos para refeições e para desanuviar, a cada 2horas aproximadamente. Não incluí os intervalos para simplificação e porque estes estão em grande parte dependentes do desenvolvimento do estudo e da minha capacidade de concentração em cada hora.

Plano Semestral de Trabalho IIÍ - Reflexão_ Semana 1, Março.

PREVISÃO:
Aulas: 19h30min
Actividades Extra-Curriculares: 13h
Estudo: 16horas

REALIDADE:
Aulas: 19h30min
Actividades Extra-Curriculares: 13h
Estudo: 16h

O horário desta semana foi relativamente respeitado, o que me diz que as alterações que têm sido feitas de semana para semana têm estão no sentido correcto, isto é, com o tempo, tenho conseguido adaptar melhor o plano à minha situação.

O facto de as distribuições de tempo serem semelhantes não diz, no entanto, que o plano foi respeitado escrupolosamente, mas sim que houve uma aproximação mais do que satisfatória entre a previsão e a realidade, o que me leva a concluir que o plano semestral se revelou uma ferramenta de grande utilidade.

Plano Semestral de Trabalho IIÍ - Reflexão_ Semana 3, Fevereiro.

PREVISÃO:
Aulas: 19h30min
Actividades Extra Curriculares: 22h
Estudo: 9horas
 
REALIDADE:
Aulas: 19h30min
Actividades Extra-Curriculares: 14h
Estudo: 10h


Esta semana houve algumas diferenças significativas entre as previsões e a realidade semanais.

Primeiro, na Segunda-feira, o período que reservei ao jogo de volley foi inferior ao necessário na realidade. Assim, cheguei a casa por volta das 18h30 apenas e, como tal, só comecei a estudar mais tarde.

Em relação a Terça-feira, por motivos de transporte, não consegui assistir à apresentação da CASO na Católica. Também Quinta, não consegui fazê-lo. As duas horas que até agora retirei às actividades extra-curriculares, nas apresentações da CASO, distribuí-as pelo volley que exigiu mais tempo do que o estimado. Também a formação das sondagens demorou um pouco mais do que o esperado. A grande diminuição no tempo dedicado às actividades extra-curriculares deve-se, assim ao adiamento das sondagens, por motivos meteorológicos. Este período de tempo que estava inicialmente reservado para as sondagens, dediquei-o a lazer.

Em jeito de conclusão, uma vez mais as actividades extra-curriculares tiveram um peso relativo superior ao estimado e o mesmo aconteceu com as horas de estudo. Considerando o balanço entre as previsões e a realidade, os principais aspectos a mudar na planificação da próxima semana são: a consideração do cansaço nas horas de estudo, isto é, depois de um dia muito preenchido, a minha capacidade de concentração é menor o que impossibilita que consiga estudar durante um período de tempo muito grande continuamente. Ainda, pela segunda semana consecutiva, calculei inferiormente o número de horas a dedicar às actividades extra-curriculares.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Projecto Multidisciplinar I.

Não perguntem o que o vosso país pode fazer por vocês, mas o que vocês podem fazer pelo vossa país, Robert Kennedy


Trabalho... Tempo... Energia... Dispêndio de trabalho, de tempo e de energia... Esta era a minha opinião inicial da disciplina...
Dizer que superou as minhas expectativas não é motivo de grande orgulho, pois a verdade é que não tinha nenhumas. E a verdade é que não as tinha por não perceber o conceito da disciplina.
Sim, é preciso trabalho... E tempo... E energia... Mas Projecto não é um dispêndio dos três.
Ou melhor, pode não ser. E isso só depende da perspectiva que adoptamos para olhar a disciplina.
Para futuros alunos, deixo aqui a dica...
A melhor forma de resolver o problema "Projecto" é olhar a disciplina como sua.

Sejam auto-didactas e não procurem alcançar objectivos generalistas!

Reformulem objectivos e  expectativas. Encontrem os vossos...
Não esperem que um plano, que é definido linearmente para 200 pessoas seja o melhor plano para vocês. Adaptem-se, retirem dele o que vos convier e complementem-no  com aquilo que considerarem importante para vocês!
Tornem vossa a disciplina!
As aprendizagens também não são de mais ninguém...

Escravidão.

[A propósito do trabalho proposto no âmbito do tema "Texto Argumentativo".]

Actualmente, mais de 12 milhões de pessoas são vítimas de trabalho escravo, em todo o mundo.
Cerca de 50% dos explorados são crianças.
O sexo feminino representa 56% das vítimas de exploração económica e 98% das vítimas de exploração sexual.
(Estes números fazem parte do relatório "Uma Aliança Global contra o Trabalho Escravo", elaborado pela Organização Internacional do Trabalho )


Os números são, geralmente, úteis, pois permitem analisar friamente quase todas as situações. Situações económicas, financeiras e até sociais podem ser traduzidas em números. Mas os números não contam histórias... Contam evoluções.

Olhamos positivamente para uma estatística que nos diz que o trabalho escravo diminuiu 5% num ano... Afinal 5% de 12 milhões é 600 000! Mas então e as outras 11 milhões e 400000 pessoas que continuam a ser vítimas de escravidão?

Os números permitem-nos manter uma distância de segurança... Não nos sentimos envolvidos quando falamos de 11 milhões e 400 000 unidades.

Mas pensemos nos nossos pais, irmãos, avós, tios, primos, amigos... Na dor de cada um deles. Agora, multipliquemos a sua dor por 11 milhões e 400 000 unidades. Transformemos os números em pessoas... Envolvamo-nos! Não é tão fácil manter a distância quando falamos de pessoas.

A verdade é que é preciso coragem para fazer esta tradução, pois corremos o risco de nos envolvermos e isso significa que nos preocupamos e a preocupação dá trabalho.
Por isso, sugiro que dêmos este passo! Envolvamo-nos, preocupemo-nos. pois só os que se preocupam têm o poder de fazer a diferença e deixar o mundo melhor do que o encontrararam...

E de que vale cá estarmos se não fizermos a diferença?

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Morre Lentamente.


...

quem não viaja, quem não lê, 


quem não ouve música, 

quem não encontra graça em si mesmo. 

(...)

quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca,

não se arrisca a vestir uma nova cor 
ou não conversa com quem não conhece. 
(...)
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, 
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, 
quem não se permite pelo menos uma vez na vida a fugir dos conselhos sensatos. 
(...)
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante... 
(...)
quem abandona um projecto antes de o iniciar, 
não pergunta sobre um assunto que desconhece 
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. 

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar. 
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio pleno de felicidade



Pablo Neruda

[ Depois de uma reunião de acompanhamento de Projecto, tomei conhecimento de que os trabalhos de meio de semestre escolhidos pelos alunos de Economia e Gestão foram maioritariamente sobre ética.
É razão para perguntar 'Porquê?'... Por que razão os alunos de Economia e Gestão da Universidade Católica optaram pela realização de um trabalho relacionado com ética, quando tinham, também, como opção Macroeconomia, uma área que, à partida, lhes é mais confortável.
O que me leva a outra pergunta... Por que razão a minha escolha seguiu a da maioria?

De facto, Macroeconomia interessa-me mais do que Ética.
De facto, a minha primeira inclinação foi fazer o trabalho de Macro.
Mas mesmo assim, fiz o trabalho de Ética e não o de Macro.

E então porquê?

A verdade é que sabia que tinha que estar plenamente à vontade com todos os conceitos macroeconómicos para realizar um bom trabalho. E não estava...
Como tal, escolhi o caminho mais fácil. Não arrisquei.

Tivesse eu optado por Macro e, por esta altura, estaria preparada para o próximo mini-teste.
Tivesse eu feito um esforço adicional, num dado momento, e essa decisão só me traria vantagens, a médio prazo.

Não o fiz e agora estou atrasada para o estudo da disciplina...
Que fique a aprendizagem para as próximas vezes.]